
Cabine telefônica
Depois de Glasgow, nossa última parada dessas férias foi em Londres! Passamos 5 dias na capital e chegamos à conclusão de que um ano morando lá talvez fosse o suficiente para poder dizer que a conhecemos bem, ou não, sem exageros.
Londres é realmente enorme. A maior cidade da Europa tem muito a oferecer entre museus, parques, teatros, shows, bibliotecas, galerias, cafés, pubs etc.
Seguindo as muitas dicas que recebemos, fizemos o nosso melhor para desdobrar o tempo, conhecer o máximo de pontos turísticos e ao mesmo tempo fazer uma viagem agradável, sem correrias. Tivemos MUITA sorte de estar lá bem no dia do tão esperado casamento real, pois os londrinos estavam em clima de festa, o patriotismo estava no ar, as ruas estavam enfeitadas e haviam bandeiras por toda a parte. Sem falar no casamento em si que merece um post futuro só para ele.
O Parlamento, sede do governo, é o símbolo de Londres juntamente da sua torre do relógio, o Big Ben. E para quem não sabe (eu mesma não sabia), Big Ben não é o nome do relógio e sim do seu sino principal!

Ruas de Londres
Nós visitamos o parlamento por dentro duas vezes: fomos lá assim que chegamos e descobrimos que existiam visitas guiadas aos sábados. E é claro que nós agendamos a visita (pela internet) e voltamos lá no sábado para aprender bastante sobre política e história.
Qualquer pessoa pode assistir os debates que acontecem no Parlamento, tanto na Câmara dos Comuns, como na luxuosíssima Câmara dos Lords. Nós assistimos a um debate na Câmara dos Comuns sobre impostos, e também um pedacinho na Câmara dos Lords sobre a recente invasão da Líbia.
Dos muitos museus londrinos, visitamos o Imperial War Museum, o British Museum, o Natural History Museum e a National Gallery. Os 4 resumem tudo o que estudamos no colégio sobre: guerras, história, ciências e artes, respectivamente. Todos gratuitos.
O primeiro é dedicado à história das 2 guerras mundiais. É cheio de tanques, submarinos, aviões, simuladores e bombas, tendo inclusive uma bomba atômica idêntica às usadas no Japão.

British museum
O segundo, apesar do nome, é mais mundial do que britânico, com seus objetos gregos, egípcios, romanos e orientais. A parte egípcia foi a que achei mais interessante. Tem tanta coisa lá que nos fez pensar se ainda ficou alguma coisa no Egito. Estão lá muitas múmias e também a Pedra de Roseta.
O Museu de História Natural é indispensável para crianças, pois ele possui esqueletos de dinossauros, fósseis, exibições sobre o corpo humano e muita interatividade. Já na Galeria Nacional, vimos obras famosas de Monet, Da vinci, Rembrandt, Van Gogh, Rafael, Michelangelo… o museu ajuda a entender a história da arte trazendo obras desde o século 13 até o 20.
Mas nem só de museus e de muita aprendizagem se faz uma viagem. As compra$ e os passeio$ gastadore$, ficaram reservados para a Oxford St. e o Picadilly Circus.
Apesar de enorme, Londres não é menos arborizada por isso. Parques, árvores e graminha lá tem de sobra. Fizemos uma boa caminhada pelo Hyde Park, onde vimos o Memorial da Princesa Diana e também o Memorial do Príncipe Albert.

Memorial da Princesa Diana
Não dispensei a oportunidade de tirar uma foto-souvenir na mágica Plataforma 9 3/4 na estação King’s Cross, nem muito menos na Abbey Road ‘igualzinha’ à dos Beatles no disco que leva o nome da rua, de 1969.
London Eye e o museu Madame Tussaud’s estavam na lista, mas ficaram para a próxima graças ao preço exorbitante em libras. Não deu dessa vez!
Em compensação, assistimos ao super espetáculo tão recomendado “The Phantom of The Opera” no Her Majesty’s Theatre. E esse sim valeu cada centavo!
No fim da viagem, ficamos com a certeza que Londres é realmente uma cidade incrível tivemos que concordar com o poeta Samuel Johnson: “Why, Sir, you find no man, at all intellectual, who is willing to leave London. No, Sir, when a man is tired of London, he is tired of life; for there is in London all that life can afford.”
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